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Os argumentos das vacinas

Devido à apreensão relativa à gripe das aves, vamos aqui referir um artigo do jornal PHI, publicado em 1997 e novamente 2004. Tudo o que foi escrito na altura sobre vacinas, também se aplica agora à vacina contra a gripe das aves. Vale a pena salientar que os artigos a este respeito jamais foram refutados.

Devido à apreensão relativa à gripe das aves, vamos aqui referir um artigo do jornal PHI, publicado em 1997 e novamente 2004. Tudo o que foi escrito na altura sobre vacinas, também se aplica agora à vacina contra a gripe das aves. Vale a pena salientar que os artigos a este respeito jamais foram refutados.

Visto à luz da história, as vacinas representam um dos maiores erros da medicina atual. Uma literatura extensa e numerosos estudos de todo o mundo servem como fundamento indubitável desta afirmação. Embora se administrem vacinas há mais de 200 anos, a medicina ainda não nos forneceu a prova da sua eficácia.

Por exemplo, o médico alemão G. Buchwald provou, há mais de 40 anos, a inutilidade e a nocividade das vacinas. Ele demonstra nas suas estatísticas, entre outros, o número de pessoas que adoeceram com cada doença, por ano. Podemos ver em todas as estatísticas que o ponto alto é sempre em tempo de guerra, dado que muitos fatores prejudicam a saúde da população como, por exemplo, subnutrição, pressão psíquica, água infectada, etc. Com o melhoramento da situação geral e dos fatores acima indicados, diminui o número de casos de doença e de morte. E em todos os diagramas do Dr. Buchwald (que se baseiam em dados oficiais) podemos ver imediata e claramente que o número de pessoas que adoecem diminui indiferentemente da vacinação em massa.

– O primeiro falso argumento da medicina: Quase que não há efeitos secundários
Contudo, só as sequelas causadas pela vacina, que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas. Os pais de uma criança podem descobrir que após a vacinação surge uma doença. Mas terão de ter muito tempo e dinheiro para, através dos tribunais, conseguirem provar que as lesões foram causadas pela vacina. Só então isso fará parte das estatísticas.

– Segundo falso argumento: As vacinas modernas são bem suportadas
Que é que as vacinas contêm? Além das substâncias ativas, que normalmente são “obtidas” de forma duvidosa, há uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc, como formaldeído, mercúrio, sulfatos de alumínio, acetona, fenol, e muito mais. Por exemplo, os móveis já não podem conter formaldeído por ser altamente tóxico e cancerígeno. Mas numa vacina, injetada diretamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário? E o mesmo se acontece com o mercúrio (Thiomeral).

O que diz a literatura que acompanha a vacina?
A literatura que acompanha as embalagens de vacinas, e que raramente chegamos a ver, enumera muitos efeitos secundários como, por exemplo, urticária, encefalite (inflamação do cérebro) encefalopatia (lesão cerebral), alterações do hemograma, etc. As vacinas também contêm ligas de alumínio como, por exemplo, hidróxido de alumínio, antibióticos, potenciadores moderados ou mortos, albuminas e venenos como o formaldeído. Os marceneiros estão proibidos de usar formaldeído, devido às suas características cancerígenas. Mas na composição de algumas vacinas não veem qualquer problema em injetá-lo no músculo e consequentemente na circulação sanguínea. Muitas vacinas contêm Thiomersal, uma liga de mercúrio que é muito difícil de eliminar do organismo. Este produto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. O hidróxido de alumínio está presente como adjuvante (material de reforço) em muitas vacinas.

O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente, em Berlim, escreve: “O modo de atuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores.”

J.F. Gratz, médico homeopático que trata de muitas pessoas com doenças provocadas por vacinas, afirma que todas as vacinas atacam e lesionam o cérebro com maior ou menor intensidade.

Stefan Lanka, conhecido microbiólogo alemão, diz: “Não está cientificamente provada a eficácia das vacinas. Em contrapartida, observou-se que as vacinas destroem o tecido celular, ficando o organismo com sequelas e, no pior dos casos, pode provocar a morte. Os cientistas compreenderam este mecanismo até ao pormenor, mas a classe médica não tira daqui nenhuma conclusão. Há que não esquecer que as vacinas são uma das maiores e mais constantes fontes de rendimento da medicina.”

O exemplo da tuberculose
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação, na Índia. 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose. Para grande consternação dos especialistas, na zona onde pretendiam acabar com ela, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. Já não falando dos efeitos secundários da vacina. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de proteção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27 anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose, na Alemanha. A administração das vacinas contra a tuberculose, na Áustria, só foi suspensa em março de 2000. Mas elas continuam a ser administradas em muitos outros países.

Epidemia de caxumba na Suíca
No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de caxumba (parotidite) durante 5 meses. A Direção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.

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