O Governo entre os conspiracionistas

Por Odair Deters

 
      Os blogs que são páginas na internet popularizadas que permitem a fácil postagem e atualização rápida de artigos ou “posts”, não impedindo que cada usuário publique o conteúdo que desejar, passaram a fornecer uma intrincada rede de comentários ou noticias sobre determinados assuntos, que inicialmente não recebiam muitos créditos. No entanto dedicados investigadores e jornalistas, bem como outras pessoas conseguiram popularizar conteúdos de grande fundamento, que muitas vezes eram reprimidos ou parciais pela mídia comum.

      A facilidade de postagem de conteúdos pode trazer descrédito, no entanto se os blogueiros são despidos de crédito, o que explicaria que os governos como os dos EUA e Israel iniciassem planos para se infiltrarem em grupos ou páginas de internet com conteúdo conspiracionista, principalmente em blogs.

      Não bastasse o Echelon, que é um sistema que recorre a mais de 100 satélites, e tem a capacidade de decifrar milhões de mensagens, que dizem respeito à segurança nacional dos EUA, tratando-se basicamente de uma espionagem econômica e política, agora o governo dos EUA busca recorrer ao uso de pessoas para atacarem publicamente determinados conteúdos na internet.

      Nós sobreviventes do tropicalismo sul americano, não ficamos imune a tudo isto, um dos mais conhecidos casos de utilização do Echelon envolvendo o Brasil, mais particularmente o SIVAM(Sistema de Vigilância da Amazônia), ocorreu em 1994, quando a empresa francesa Thomson perdeu o contrato no valor de 1,4 bilhão de dólares de implantação do SIVAM para a americana Raytheon.

      Na época, o governo francês denunciou a prática de espionagem
industrial pelos Estados Unidos, através do Echelon, permitindo que a empresa americana vencesse a licitação. O debate do assunto teve grande reação no parlamento Europeu, enquanto que no Brasil, o então presidente Fernando Henrique Cardoso, foi totalmente contra a investigação, e o porta-voz do nosso presidente, Sr. Georges Lamazière, afirmou que do ponto de vista do governo brasileiro, não havia irregularidade na licitação, ganhando quem apresentou menor preço, não nos importando se ocorreu ou não espionagem.

      Echelon, já é um meio de investigação notório, porém agora o governo estadunidense, busca simplesmente ter pessoas, chamados de funcionários não-governamentais, que agirão na rede mundial refutando as teorias de conspiração, ou criando teorias absurdas como meio de arrebatar incautos, afirmando segundo eles que é fácil destruir grupos com a “diversidade cognitiva”, ocupando o tempo das pessoas dedicadas a investigar determinada conspiração, com argumentos que as levam para um ponto de onde não retornam.

      A idéia é gerida através do Gabinete de Informação e Assuntos regulatórios, que reuniria uma equipe de empregados para vasculharem a Web e analisar conteúdos publicados, estabelecendo uma infiltração em chat, blogs, fóruns, sites, redes sociais, entre outros.

      O mesmo Israel já “admitiu” fazer em páginas que publiquem conteúdos “anti-guerra”, ou seja, contrários as atividades bélicas desenvolvidas pelo Estado sionista.

      O que nos valoriza o uso de blogs para debater temas conspiracionistas, é que com exceção de algumas poucas páginas na internet, sem vinculo com instituições, os blogs são os locais na Web, onde informações desmascaram assuntos a cerca das teorias conspiracionistas, da criminosa vacinação em massa, do embuste do mercado de créditos de carbono, dos atentados terroristas planejados, dos domínios dos meios de comunicação, entre outros.

      O fato de que o governo dos EUA analisa a necessidade de contratar pessoas para postar conteúdos que lhe protejam, em mais uma clara demonstração dos esforços para silenciar a verdade, nos faz darmos conta do quanto eles estão preocupados com o efeito de que já são milhões de pessoas despertas quanto a tirania e objetivos planejados por estes.

http://www.prisonplanet.com/obama-information-czar-outlined-plan-for-government-to-infiltrate-conspiracy-groups.html

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