Conteúdo e informação

Justiça política da Alemanha contra críticos da vacina

Dr. Johann Loibner

Médicos afirmam que crianças não vacinadas são mais saudáveis, porem num ato vergonhoso da justiça alemã impõe restrições a livre opinião, tirando toda sua autonomia como médico.

Médico proibido de exercer medicina por ser contra a vacinação compulsiva.

No dia 29 de Novembro de 2005, a pedido do advogado da comissão disciplinar da Ordem dos Médicos de Steiermark, o Dr. J. Loibner foi condenado “devido às suas tentativas de impedir vacinações, colocando a saúde da população em perigo” argumentou o advogado de acusação. Para contrariar esse “perigo, era preciso aplicar-lhe uma pena exemplar”. A comissão acreditou nesta afirmação – impossível de provar – e a sentença foi o impedimento de exercer a sua profissão de médico durante 3 anos.

Ao longo destes 3 anos, o médico não pode também emitir qualquer opinião crítica, em público, sobre a protecção ou danos causados por vacinas, senão terá pela frente outro processo disciplinar e uma definitiva proibição de exercer a sua profissão.

O Dr. J. Loibner anunciou de imediato que iria recorrer. Se necessário, voltaria a apelar ao Tribunal Constitucional. Já por duas vezes fora condenado e em ambas o erro judiciário foi levantado, a primeira vez na segunda instância, a segunda no Supremo Tribunal. O médico é de opinião que uma sentença do Supremo Tribunal esclareceria a questão de saber se os médicos continuariam autônomos no que diz respeito à ciência e à terapia ou se, de futuro, grupos leigos iriam decidir o que eles tinham de pensar e fazer. O Dr. Loibner espera o resultado do processo com confiança, e acredita que este processo demonstra que chegou a altura de os médicos estarem mais conscientes da sua posição, não devendo abandonar o seu lugar na sociedade.

Esse não é o único médico que vai na contra mão dos lucros de grandes corporações, existem muitos outros que podem ser encontrados na internet, como por exemplo neste link voce encontra várias personalidades que participaram de um simpósio em 2011. Há médicos no Brasil que condenam as vacinas e a  indústria da doença.

Comentários estão fechados.