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A gripe suína e as coincidências nefastas

Acidente aéreo, presidente da Polônia, atentados que evocam a antiga União Soviética, Ministério da Saúde Brasileiro, Gripe Suína. Onde todos estes fatos se encontram?

Lech Kaczynski e a gripe suína
Lech Kaczynski, presidente polonês

Acidente aéreo, presidente da Polônia, atentados que evocam a antiga União Soviética, Ministério da Saúde Brasileiro, Gripe Suína. Onde todos estes fatos se encontram?

No inicio do mês de abril, acompanhei as manchetes da queda de avião na Rússia, no qual viajava o então presidente polonês Lech Kaczynski. No momento da noticia, por intuição desconfiei do que chamaram de acidente, em seguida já utilizando o raciocínio que embora tenda a ofuscar a intuição, nesse caso somente colaborou lembrando-me de todas aquelas intrigas da guerra fria, envenenamentos, agentes duplos, KGB, e o conhecido repertório socialista. E agora um avião com o presidente polonês e outras autoridades polacas sucumbia em solo da antiga União Soviética.

Esta semana lendo os lamentáveis gráficos do ministério da saúde brasileiro, sobre a campanha de vacinação em massa da população conta o H1N1, entre outras noticias co-relacionadas, deparei-me com uma um tanto intrigante. A qual trazia-me a conhecimento a interessante atitude do governo polonês, ao dizer não para a vacinação contra a gripe suína.

A Polônia, tornou público que produtores de vacinas estavam pressionando os governos a comprarem e ademais exigindo que toda a responsabilidade e compensação por possíveis efeitos colaterais da vacinação recaíssem sobre os governos que adquirissem o medicamento.

Bom, o Tupolev que caiu na Rússia matando o Presidente Polonês carregava outras 96 pessoas, sendo 88 delas membros de comitiva polonesa. Acho estranho um nação enviar em um único vôo tantos lideres, num mundo em que nem as empresas costumam agir desta forma, bom, dentre os acidentados, listam-se inúmeros lideres militares e civis da Polônia, como o ex-presidente no exílio Rysyard Kacyorowski, histórico na luta contra o comunismo, o forte candidato a presidência Jerzy Szmajdzinski, o presidente do Banco Central, Slawomir Skrzypek, entre outros parlamentares, comandantes militares, o porta-voz do governo, o vice-presidente do Parlamento, o vice-chanceler e o chefe de gabinete de Segurança Nacional e importantes bispos poloneses da Igreja Católica.

Especulação entre jornalistas na rede mundial de computadores informa que as imagens dos destroços recebidas, são de um cinegrafista de televisão pertencente ao estado polonês que filmou as imagens dos destroços imediatamente após o acidente e conseguiu contrabandear para fora o filme, pois a policia russa apreendeu rapidamente todo o material e obrigou jornalistas a apagar as fotos inclusive nos celulares. Fato interessante é que as inúmeras imagens surgidas dos destroços não evidenciam corpos, fortalecendo assim as teorias conspiratórias e fazendo sucesso no YouTube.

A Polônia  e a gripe suína

Fora esta primeira casualidade, a ligação que vemos e muito mais efusiva tende a vir. O então presidente polonês estava rodeado de alguns que acreditamos serem os personagens principais da guerra contra a pandemia midiática da vacinação H1N1 criada pelos laboratórios farmacêuticos. Os poloneses já haviam decidido que não comprariam as vacinas das grandes corporações e muito menos que vacinariam seu povo.

O governo polonês foi resoluto, mesmo com a perda de parte de sua elite política, o país continuou funcionando de forma adequada, e o embargo as vacinas e o enfrentamento a mídia convencional foi corajoso, porém se será duradouro não podemos prescindir tendo em vista a força representada por estes interesses ocultos.

Enquanto isto no Brasil, o Ministério da Saúde, continua entoando canções a fim de imunizar toda a população, inclusive criando um exército e realizando o que o chamam de “operação de guerrilha” (assim classificada pelo próprio ministério) de propagar as informações falsas pelo ministério da saúde, através do enfrentamento das mensagens de alerta pelas redes sociais ou fazendo de conta que nada acontece e prossegue com os planos em massa com o objetivo de atingir mais da metade da população com uma campanha fracassada no âmbito de beneficiar o povo.

No meio de tudo isto, nós brasileiros não nos damos conta que milhões foram investidos no instituto Butantã, e até hoje, o nosso conceituado instituto jamais fabricou nenhuma vacina, apenas as envazou. E tantos caminhões de dinheiro gastos na compra de vacinas para uma doença, que literalmente mata menos que a gripe. Já tivemos outros posts neste blog acerca da vacinação em massa, e a rede mundial de computadores disponibiliza hoje uma grande ferramenta de informação neste aspecto.

E se o nosso governo resolvesse enfrentar a OMS e a elite farmacêutica que a patrocina, ah, uma grande nação contra todo este embuste. No entanto, vivemos numa pátria desprovida de coragem, já vacinada com o medo da iniciativa. Muito assombra-me o fato do nosso presidente ter apoiado o errante hondurenho Zelaya ou ir prosear com o Ahmadinejad. Que pudéssemos ser uma pátria de hombridade, altiva e louvável pelas nossas atitudes, e não propagandistas por um assento na patente, ou retrete da ONU.

A morte do presidente e de parte da elite política polonesa justamente num momento de duro enfrentamento aos poderosos laboratórios e reação contrária deste país a vacinação, parece ser coincidência demais.

Convocamos todos os leitores a pesquisarem, indagarem, despertarem, procurem com diligência brechas nos sistemas e imposições que nos acercam, pois muitos deles escondem armadilhas que podem danar a nossa saúde a nossa sociedade.

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